domingo, 17 de outubro de 2021

Como, estando enferma, Santa Clara foi miraculosamente transportada, na noite de Natal, à igreja de São Francisco e aí assistiu ao ofício

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Estando uma vez Santa Clara gravemente enferma, tanto que não podia ir dizer o oficio na igreja com as outras freiras, chegando a solenidade da Natividade de Cristo, todas as outras foram a Matinas.

E ela ficou sozinha no leito, malcontente por não poder juntamente com as outras ir e ter aquela consolação espiritual.

Mas Jesus Cristo, seu esposo, não querendo deixá-la assim desconsolada, fê-la miraculosamente transportar à igreja de São Francisco e assistir a todo o ofício e à missa da meia-noite.

E além disto, receber a santa comunhão e depois ser trazida ao leito.

Voltando as freiras para junto de Santa Clara, acabado o oficio em São Damião, disseram-lhe:

“Ó nossa mãe, Soror Clara, que grande consolação tivemos nesta noite de santa Natividade! Prouvesse a Deus que houvésseis estado conosco!”

E Santa Clara responde:

“Graças e louvores rendo ao meu Senhor Cristo bendito, irmãs minhas e filhas caríssimas.

“Porque a todas as solenidades desta santíssima noite e maiores do que as que assististes, assisti eu com muita consolação de minha alma.

“Porque, por procuração do meu Pai São Francisco e pela graça de meu Senhor Jesus Cristo, estive presente na igreja do meu Pai São Francisco.

“E com as minhas orelhas corporais e mentais ouvi o canto e o som dos órgãos que aí tocaram; e lá mesmo recebi a santa comunhão.

“E por tanta graça a mim concedida rejubilai-vos e agradecei a Nosso Senhor Jesus Cristo”. Amém.



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domingo, 3 de outubro de 2021

O violinista pobre de Cracóvia

A igreja de São Salvador, em Cracóvia, Polônia.
A igreja de São Salvador, em Cracóvia, Polônia.

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A igreja de São Salvador, no bairro de Zwierzyniec de Cracóvia, existe há 900 anos.

Ela teria sido construída pelo príncipe soberano Piotr Wlast, fundador legendário de 77 igrejas.

O arcebispo de Cracóvia lhe havia predito que ele recuperaria a visão, caso fundasse sete igrejas e três conventos.

Cheio de presunção, o soberano decidiu construir 70 igrejas e 30 conventos, dez vezes mais do que pediu o arcebispo. Porém, não recuperou a vista.

Ele recapitulou o que tinha feito e compreendeu seu pecado de orgulho.

E começou então a construir as sete igrejas e três mosteiros ordenados, entre os quais a igreja de São Salvador, fundada por volta do ano 1148.

Lá há um velho quadro que representa a Crucifixão. O singular é que o Crucificado está vestido com longas roupagens suntuosas e calçado com ricas sandálias.

Um dia viu-se um pobre violinista se ajoelhar, com as mãos elevadas ao alto, aos pés do Crucificado.

Ele rezava com fervor e, pegando seu filho, o alçava até o crucifixo. Ele não podia sair para trabalhar, pois criava sozinho seu filho e não podia deixá-lo sem companhia.

Os dois viviam na miséria, mas eram felizes. Até o dia que a criança adoeceu gravemente.

O violinista não tinha dinheiro para curar o menino. Voltou então até a Cruz, ajoelhou-se, e tocando seu violino com emoção, contou a Jesus seu desespero.

O milagre aconteceu. Uma das preciosas sandálias deslizou do pé do Crucificado e caiu no violinista.

Ele agradeceu a Deus, pegou a sandália e foi até a Praça do Mercado para trocá-la por dinheiro.

O violinista pobre de Cracóvia recebe a sandália
O violinista pobre de Cracóvia recebe a sandália
Mas os comerciantes viram essa mercadoria preciosa e chamaram os guardas denunciando um roubo.

Nem os comerciantes nem os guardas podiam acreditar que o próprio Jesus lhe tinha dado a sandália para salvar seu filho único.

O Conselho Municipal tampouco acreditou em suas palavras e naquela noite mesmo ele foi condenado à morte.

O violinista não conseguia convencer ninguém. A execução devia acontecer na manhã do dia seguinte.

Mas, como estipulava a tradição, ele tinha direito a um último desejo. A assembleia ficou pasma quando ele pediu para ir tocar seu violino uma derradeira vez, antes de morrer, diante de Jesus na Cruz.

Na madrugada, e na presença de muitos curiosos, o violinista se ajoelhou diante do Crucifixo e executou sua música enquanto chorava.

Todo mundo entendeu a extensão do desespero de um pai.

E, diante dos olhos de todos, a outra sandália caiu em suas mãos.

O Salvador tinha ouvido novamente suas orações.

Imediatamente o violinista foi liberado. Algum tempo depois, um pintor eternizou o testemunho da misericórdia divina num quadro que ainda hoje está posto no muro.

Durante as guerras, o Crucifixo foi levado embora. Mas o quadro do Cristo com o violinista continua sempre no altar da igreja de São Salvador.

(Fonte: “Légendes de Cracovie”, Wydawnictwo Wam, Cracóvia, 1972, p. 50 a 53)



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terça-feira, 28 de setembro de 2021

São Miguel Arcanjo: modelo do perfeito cavaleiro e do perfeito contemplativo

São Miguel Arcanjo. Gérard David (1460 – 1523). Kunsthistorisches Museum, Viena
São Miguel Arcanjo. Gérard David (1460 – 1523).
Kunsthistorisches Museum, Viena
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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São Miguel é o chefe que comandou a luta contra o demônio e o precipitou no inferno.

Ele é o chefe dos Anjos da Guarda dos indivíduos e das instituições.

E é, ele mesmo, o Anjo da Guarda da mais alta das instituições, que é a Santa Igreja Católica Apostólica Romana.

Ele tem, portanto, uma função tutelar derrubando no inferno os que se levantam contra Deus Nosso Senhor, de um lado.

E protegendo a Igreja e aos homens nesse vale de lágrimas que é a vida, de outro lado.

Essas duas missões se concatenam.

Deus quis servir-se dele como de seu escudo, contra o demônio.

Deus quer que ele seja o escudo dos homens contra o demônio; e o escudo da Santa Igreja Católica contra o demônio.

Mas um escudo que é gládio também. Ele não só defende, mas derrota e precipita no inferno.

É essa a dupla missão de São Miguel.

Por causa disso São Miguel era considerado na Idade Média, o primeiro dos cavaleiros.

O cavaleiro celeste, perfeitamente leal, puro como um anjo e vitorioso como o cavaleiro, que põe toda sua confiança em Deus, e põe toda sua confiança em Nossa Senhora.

Essa figura admirável de São Miguel é nosso aliado natural nas lutas, porque o bom católico quer exercer em nível humano, a tarefa de São Miguel Arcanjo.

Quer dizer, de defender a honra de Deus, de Nossa Senhora, da Igreja Católica, da Civilização Cristã.

Queda dos anjos rebeldes. Pieter Bruegel (1525 – 1569), Museums of Fine Arts of Belgium, Bruxelas, detalhe
Queda dos anjos rebeldes. Pieter Bruegel (1525 – 1569),
Museums of Fine Arts of Belgium, Bruxelas, detalhe
Num livro que ainda aguarda uma purificação de textos indevidamente acrescentados, encontramos trechos admiráveis relativos a São Miguel que devemos conferir com a doutrina da Igreja.

É o livro “Visões e Revelações Completas” atribuído à bem-aventurada Catarina Emmerich. Eis alguns trechos das visões:

“Novamente a igreja de São Pedro com sua grande cúpula. Sobre ela resplandecia o arcanjo São Miguel, vestido de cor vermelha, tendo uma grande bandeira de combate nas mãos.

“A terra era um imenso campo de batalha.

“Esses, [N.R.: na visão vestidos de branco] sobre os quais reluzia uma espada de fogo, parece que iam sucumbir.

“Nem todos sabiam por qual causa combatiam.

“A Igreja era de cor sangrenta como a roupa do arcanjo.

“Ouvi que me explicavam: terá um batismo de sangue. A Igreja vai ser purificada no sangue do martírio e da perseguição.

“Quanto mais se prolongava o combate, mais se apagava a viva cor vermelha da Igreja e se tornava mais transparente".

“O Anjo [São Miguel Arcanjo] desceu e se aproximou dos brancos. Vi-o diante de todos.

“Esses adquiriram grande coragem sem saber de onde lhes vinha.

“O anjo derrotou os inimigos, que fugiram em todas as direções. A espada de fogo que estava sobre os brancos desapareceu.

“Em meio ao combate aumentava o número dos brancos. Grupos de adversários passavam para eles.

“E numa ocasião, passaram em grande número.

“Sobre o campo de batalha havia, no espaço, legiões de santos que faziam sinais com as mãos, diferentes uns dos outros, porém animados do mesmo espírito”.


Por sua vez, o grande hagiógrafo D. Guéranger, nos ensina sobre a devoção contemplativa dos anjos:

“A Igreja considera São Miguel como o mediador de sua prece litúrgica.

“Ele se mantém entre a humanidade e a divindade. Deus que distribui, com uma ordem admirável, as hierarquias visíveis e invisíveis, emprega por opulência, para louvor de sua glória, o ministério desses espíritos celestes que contemplam sem cessar a face adorável do Pai, e que sabem, melhor do que os homens, adorar e contemplar a beleza de suas perfeições infinitas”.

Foi assim que ele apareceu em Fátima, para os pequenos pastores, com o cálice na mão apresentando ao Padre Eterno a oblação eucarística.

“O nome Mi – cha – El significa “quem como Deus?”

“Esse nome exprime por si só, em sua brevidade, o louvor mais completo, a adoração mais perfeita, o reconhecimento mais inteiro da transcendência divina e a confissão mais humilde do nada da criatura, modelo, portanto, de humildade”.

“Também a Igreja da terra convida os espíritos celestes a bendizer o Senhor e cantá-lo; a louvá-lo e bendize-lo sem cessar.

“Essa vocação contemplativa dos anjos é o modelo da nossa, como nos faz lembrar o belo prefácio do Sacramentário de São Leão.

“É verdadeiramente digno render-Vos graças a vós, que nos ensinais por vosso apóstolo que nossa vida é dirigida aos céus; que com benevolência quereis que nos transportemos em espírito ao lugar onde servem esses que veneramos, especialmente dirigirmo-nos para essas alturas na festa do bem-aventurado São Miguel Arcanjo”.

Aqui está um traço da devoção aos anjos que é preciso muito notar.

Os anjos são habitantes da Corte celeste.

E na Corte celeste eles vivem numa eterna contemplação, de quem vê Deus face a face nas festas que há no Céu.

Não são imagens, ou quimeras, mas verdadeiras festas em que Deus vai manifestando sucessivamente suas grandezas e eles aclamam com triunfos novos, que não terminam nunca dos nuncas.

O Céu é a pátria de nossa alma e é propriamente a ordem de coisas para a qual nós fomos criados.

São Miguel Arcanjo com coros angélicos. Guariento di Arpo (1310-1320 - 1368-1370)
São Miguel Arcanjo com coros angélicos. Guariento di Arpo (1310-1320 - 1368-1370)

Ele corresponde plenamente a todas as nossas aspirações de uma felicidade resultante da contemplação de Deus que é a perfeição absoluta de todas as coisas.

Algo disso pode passar para a terra. E nas épocas de verdadeira fé alguma coisa dessa felicidade filtra e é comunicada pelas almas piedosas como um tesouro comum para toda a Igreja.

Hoje em dia, não se tem a ideia da felicidade celeste nem se tem apetência do Céu.

As pessoas se chafurdam na pura apetência dos bens da terra.

Mas se pudessem compreender por um instante o que é uma consolação do Espírito Santo, então começavam a se desapegar dos bens da terra.

Então começavam a compreender como tudo é transitório, como há valores que tornam a terra um pouco de poeira.

Isso que falta os santos anjos podem nos obter, porque estão inundados dessa felicidade.

Há uma forma de fenômeno místico que é um concerto muito longínquo, de uma harmonia maravilhosa e extraterrena.

É o eterno cântico dos anjos que chega aos ouvidos dos bem-aventurados, para lhes dar apetência das coisas do Céu.

Em nossa época essa apetência falta fabulosamente.

Não poucas pessoas só se empolgam pelas coisas da terra, pelo dinheiro, a politicagem, o mundanismo, as trivialidades do noticiário, mas não se empolgam pelas coisas elevadas, e pelas coisas celestes.

Então, peçamos aos anjos que nos comuniquem o desejo das coisas celestes na festa deles.

E especialmente a São Miguel Arcanjo que nos faça imitadores dele, perfeitos cavaleiros de Nossa Senhora nessa terra.


(Fonte: excertos de palestra do prof. Plinio Corrêa de Oliveira, 28-9-1966, sem revisão do autor. Apud Pliniocorreadeoliveira.info)



Beato Palau viu São Miguel no comando de uma luta que dura até hoje:

“Na escuridão da noite, vi duas bandeiras frente a frente em uma planície, e dois exércitos que se misturaram em grande confusão.

“Lutava o arcanjo São Miguel lutou e seus anjos com ele.

“Satanás, Lúcifer, o dragão e seus anjos resistiam e se defendiam.

“Os grandes exércitos seguindo sua bandeira lutavam; e a confusão era grande por causa da escuridão da noite.

“Quando o sol apareceu, uma luz clara dividiu os acampamentos.

“E na claridade dessa luz eu vi, ao lado do príncipe que dirigia as batalhas, uma Jovem mais bonita do que a própria luz.

“Uma coroa de glória cingia suas têmporas, e seu cetro brilhava como estrelas.

“O príncipe que a defendia chamou-me e disse: ‘Vem, sacerdote do Deus Altíssimo. Chegou a hora de o inferno ser preso.

‘Venha comigo, e vamos acorrentar e prender todos aqueles príncipes rebeldes que, entronizados sobre os reis e poderosos do mundo, voltam as suas armas contra a Filha de Deus, a Santa Igreja, a sua Esposa’.

Eu me juntei a este príncipe e a batalha começou [Dn 10, 13-21; 12, 1; Ap 12, 7-17].

Eu vi sob os pés desta Virgem invulnerável e invencível todos os demônios se rendendo; e eles abandonavam os corpos que alguns possuíam, mas outros resistiam.

São Miguel e seus anjos lutaram. Satanás, Lúcifer e os mais altos príncipes do inferno lutaram contra São Miguel.

A batalha é muito acirrada e dura até hoje, e ainda durará [Ap 12].





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domingo, 26 de setembro de 2021

A milagrosa história da imagem da Mãe do Bom Conselho de Genazzano - 2

Luis Dufaur
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Estava confirmada a visão da Beata Petruccia. Tornava-se manifesto que a Santíssima Virgem desejava a conclusão das obras.

E a população, que acorrera, enlevada para prestar culto à Imagem, haveria de contribuir generosamente, de então em diante, para a construção da igreja.

Esta não tardou em ser concluída. E, enquanto nela os fiéis veneram o quadro da Virgem e do Menino, maravilhosamente transportado de Scútari pelos anjos, nela também dormem o sono da paz os restos mortais da Beata Petruccia, à espera da ressurreição final.

Os dois albaneses, que haviam ficado desconcertados pelo desaparecimento de sua tão querida Imagem, ignoravam o aparecimento desta última em Genazzano.

E andavam sem rumo pela Itália, na vã procura de seu tesouro perdido.

Quando lhes chegou aos ouvidos a notícia do ocorrido no lugarejo em que residia Petruccia, para lá se dirigiram.

É fácil calcular quanto se maravilharam e se alegraram ao reencontrarem ali o quadro celestial.

Estava assim terminada a missão deles, a qual consistia, neste lance final, em atestar a identidade entre o quadro venerado em Scútari e o que empolgava toda Genazzano.

Georgio e De Sclavis casaram em Genazzano e deixaram descendência; a de Georgio se conserva até aos dias de hoje.

Os pontos de contato são evidentes: a missão dos dois albaneses se conectava com a de Petruccia.

Guiados pela Virgem, os três trabalhavam, através de toda a sorte de obstáculos e provações, para um mesmo fim.

Este acabou por ser alcançado gloriosamente, sempre sob a direção materna de Maria Santíssima.

E eis que, isto posto, essas analogias nos transportam bruscamente a nosso século, corroído pela decadência religiosa e moral, a qual é, por sua vez, ponto de partida para todas as outras formas da decadência contemporânea.

Em 1917, a Virgem fala aos pastorinhos de Fátima, incumbindo-os de comunicar à terra sua mensagem de justiça e de misericórdia.

Se o mundo não se convertesse e não fosse consagrado a Ela pelo Santo Padre simultaneamente com todos os Bispos nas respectivas dioceses, tremendos castigos haveriam de o assolar.

A impiedade e a imoralidade seriam assim devidamente punidas e, em consequência, também derrotadas. “Por fim ‒ concluía a Virgem ‒ meu Imaculado Coração triunfará”.

É bem de ver que, durante esse tempo de provação, a Providência não deixará de suscitar em sua Igreja almas fortes e generosas, às quais fará conhecer, de um modo ou de outro, os seus desígnios.

E que as utilizará também, de um modo ou de outro, para a obtenção de sua vitória.

Quando se fala nos acontecimentos previstos em Fátima, as atenções se fixam principalmente nos castigos vindouros, e nos que os sofrerão.

E parecem esquecer os privilegiados devotos da Virgem que Ela suscitará.

Quais serão estes?

Compraz-nos conjecturar que constituirão ponderável minoria, a qual confluirá de todos os quadrantes da Terra, e se recrutarão entre pessoas das mais diversas nacionalidades e condições sociais.

Cada qual, segundo as formas e graus escolhidos por Maria Santíssima, será alvo de graças admiráveis, terá de enfrentar obstáculos tremendos, julgará por vezes estar atolado em um insucesso total.

Mas, por fim, no dia do grande triunfo, será convocado maravilhosamente para participar da glorificação da Santíssima Mãe de Deus, e viver nos primeiros dias ‒ pelo menos ‒ daquela gloriosa era marial eloquentemente prevista por São Luís Maria Grignion de Montfort, o grande apóstolo da Virgem Santíssima no século o XVIII.


(Autor: excertos tirados de Plinio Corrêa de Oliveira, sem revisão do autor)



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