domingo, 27 de dezembro de 2009

“Elefantes cristãos” de Orissa não saíram de uma lenda medieval mas apavoram anti-cristãos


Muitas vezes se diz que os milagres e fatos portentosos que acontecidos na Idade Média são narrações próprias para espíritos primitivos, subdesenvolvidos que acreditam em qualquer infantilismo.

Entretanto, a evidência mostra que essa interpretação está desconectada da realidade.

Na nossa época, tão penetrada pelo ateísmo prático, acontecem fatos em que o sobrenatural se faz sentir com a força e a candura típica da era medieval.

Eis um fato que está se dando no dia e hora que escrevemos:

Ele acontece em Orissa, Índia, onde há quase dois anos ocorrem atrozes perseguições anti-cristãs praticadas por hinduístas. Porém, há alguns meses, como que guiados por mão não humana manadas de elefantes estão punindo os perseguidores.

A matéria a seguir, de autoria do Pe. Sunil de Silva e publicada no site da arquidiocese de Colombo [Ceilão], em 9 de dezembro de 2009, dispensa comentários.

Em julho de 2008, estorou uma grave perseguição contra os cristãos no estado indiano de Orissa [Bahia de Bengala, parte oriental da Índia]. Uma freira de 22 anos de idade foi queimada viva quando multidões enfurecidas incendiaram um orfanato na aldeia de Khuntpali, no distrito de Barhgarh.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Santa Teresinha do Menino Jesus: uma alma "medieval" no século XIX, doce e heroica


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A era medieval é um período histórico muito definido: vai desde o fim do Império Romano até a descoberta de América em 1492 (para alguns até a queda de Constantinopla em 1453).

Porém, o espírito medieval atravessou as épocas posteriores. Ele ficou como um modelo ideal que transcende o tempo.

Esse ideal ardeu intensamente na alma dos santos, embora se fale pouco disso. Um dos tantos exemplos foi nos dado por Santa Teresinha do Menino Jesus.

A grande carmelita de Lisieux desejava passar o Céu fazendo o bem na Terra, mas não tinha uma alma débil, desprovida de personalidade e força de caráter, que fugia do sofrimento e da luta.

Se assim o fosse, não teria sido elevada às honras dos altares, nem teria sido apresentada ao mundo católico como "uma nova Joana d'Arc" pelo Papa Pio XI (a 18 de maio de 1925).

É muito oportuno e mesmo necessário, pois, considerarmos este aspecto de sua alma, frequentemente esquecido ou falseado em imagens e santinhos, onde ela aparece com a fisionomia impregnada por um adocicamento sentimental e romântico, totalmente inexistente em sua forte e marcante personalidade.

Vejamos algumas de suas afirmações que refletem o espírito de cruzado que animava a Santa da chuva de rosas:

"Na minha infância sonhei lutar nos campos de batalha.

"Quando comecei a aprender a História da França, o relato dos feitos de Joana d'Arc me encantava; sentia em meu coração o desejo e a coragem de imitá-los" (1).

"Adormeci por alguns instantes -- contava ela à Madre Inês -- durante a oração. Sonhei que faltavam soldados para uma guerra contra os prussianos. Vós dissestes: É preciso mandar a Irmã Teresa do Menino Jesus. Respondi que estava de acordo, mas que preferia ir para uma guerra santa. Afinal, parti assim mesmo.

"Oh! não, eu não temeria ir à guerra. Com que alegria, por exemplo, no tempo das cruzadas, teria partido para combater os hereges. Sim! Eu não temeria levar um tiro, não temeria o fogo!" (2)

"Lançando-me na arena
Não temerei ferro nem fôgo ....
Sorrindo enfrento a metralha ....
Cantando morrerei, no campo de batalha
As armas à mão", bradava ela (3).

"Quando penso que morro numa cama! Como desejaria morrer numa arena!" (4)

"A santidade! É preciso conquistá-la à ponta da espada. .... É preciso combater!" (5)


____________________


Notas:
1) Lettres de Sainte Thérèse de l'Enfant-Jésus, Carta ao Abbé Bellière, Office Central de Lisieux, 1948.
2) Carnet Jaune, 4.8.6 -- in Derniers entretiens, Éditions du Centenaire, Desclée de Brouwer-Éditions du Cerf, Paris, 1971.
3) Mes Armes -- Poésies, Édition du Centénaire, Cerf-Desclée de Brouwer, Paris, 1992 (Carnet jaune, Mère Agnès de Jésus, 4 de agosto).
4) Summarium [do Processo de Beatificação e Canonização], depoimento de Celina, 2753.
5) Correspondance Générale, Éditions du Cerf-Desclée de Brouwer, Paris, 1972, t. I (1877-1890), Carta (­­nº 89) a Celina, de 26 de abril de 1889. E Lettres de Sainte Thérèse de l'Enfant Jésus, Carta a Leônia, de 20 de maio de 1894.



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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Madonna fez show ofensivo, mas saiu como fugindo da Polônia

Afinal, a cantante Madonna fez seu show no antigo aeroporto militar de Bemowo, em Varsóvia, capital da Polônia, em ato de provocação à Nossa Senhora na festa da sua gloriosa Assunção.

Mas, as dezenas de milhares de mensagens de protestos católicos vindos da Polônia, dos EUA e do Brasil (captura ao lado), ajudaram a erigir uma muralha de horror em torno da blasfêmia.

Blasfemar é uma ofensa ao Céu comparada pela teologia moral ao ato irracional de cuspir para o céu.

Deus, Nossa Senhora, os santos e os anjos não são atingidos por essas baixezas.

O que causa verdadeira dor a Nosso Senhor Jesus Cristo, a Nossa Senhora é a indiferença dos que Eles mais amam, isto é os católicos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Poderemos oferecer um gesto de amor filial a Nossa Senhora?

Prezado assinante do blog “Orações e milagres medievais”:

Excepcionalmente postamos esta matéria vivamente impressionados por uma ofensa a Nossa Senhora que se tenta fazer numa nação católica, muito amada pela Mãe de Deus: a Polônia.

Lá está programado que a cantante americana “Madonna” faça um show no aeroporto de Varsóvia, a capital da Polônia, no dia 15 de agosto, que é a festa da Assunção de Nossa Senhora.

Esse dia é a festa nacional da Polônia, em que centenas de milhares de peregrinos vão venerar Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira do país, no mosteiro de Jasna Gora. Muitos deles peregrinam a pé durante semanas.

Se isso for feito num país tão católico amanha poderá ser tentado no Brasil!