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domingo, 26 de junho de 2011

“Glória, louvor e honra a Ti”: hino glorioso e, ao mesmo tempo, pesaroso

São Teodulfo de Orleans (Zaragoza? 750 ‒ Angers, 821), monge beneditino, foi proposto para bispo de Orleans pelo imperador Carlos Magno em 794.

Quando ainda vivia no mosteiro compôs o hino “Gloria laus et honor” ‒ “Glória, louvor e honra a Ti”, que a liturgia católica canta no Domingo de Ramos.

São Teodulfo assumiu a direção da abadia de Fleury, ou Saint-Benoît sur Loire, onde fez guardar as relíquias de São Bento, o fundador dos beneditinos.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Na festa de Corpus Christi, o hino “Ave Verum” (“Salve, ó verdadeiro corpo”)

Elevação na Missa, Dorchester Abbey, ©Fr Lawrence OP
Na Idade Média foram compostas muitas músicas e poesias religiosas em louvor do Santíssimo Sacramento.

Esta grande devoção teve, aliás, imenso incremento no período medieval. Podemos então dizer que ela ‒ aperfeiçoada pela Contra-Reforma ‒ chegou até nós impreegnada do perfume da Idade Média.

A presencia real de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Sagrada Eucaristia está fundamentada nas próprias palavras de Cristo na Última Ceia: “Este é meu corpo, esta é minha sangue”.

domingo, 12 de junho de 2011

A devoção a Santiago Apóstolo: milagres do santo cruzado, condutor da guerra santa contra os muçulmanos

Busto do Apóstolo Santiago, catedral de Compostela
As proporções que a devoção a Santiago de Compostela tomou em toda a Espanha medieval somente pode ser entendidas no contexto da invasão muçulmana.

Tudo começou pelo ano de 813, quanto um eremita de nome Pelayo, seguido de alguns pastores, deparou-se com uma estranha luminosidade que se espalhava sobre um pequeno bosque nas proximidades de um monte do interior da Galícia chamado Libredón.

A paisagem, em certos momentos, ficava tão clara que se parecia a um campo estrelado (Campus Stellae = Compostela).